Casa da Pólvora
Mandada construir pelo alvará de 27-07-1754, do Senado da Câmara, onde existe atualmente o pequeno Largo da Pólvora, na Avenida da Liberdade, começo da Rua Américo de Campos.
Com o correr do tempo teve início a procura de terrenos, naquela direção, para a construção de moradias, passando a Câmara a conceder datas de terras, mediante o compromisso, por parte dos concessionários de não terem nelas casas de morada, nem fazerem fogo de espécie alguma, enquanto, no local, estivesse a Casa da Pólvora.
Entretanto, com o crescimento da cidade, embora o compromisso, diversas moradias foram construídas, passando o depósito a ser um perigo permanente.
Vários pedidos dirigiu a Câmara ao governo provincial, pleiteando a remoção do estabelecimento, porém somente em junho de 1872, obteve, após os esforços iniciados em setembro de 1830, fosse retirado do prédio o material aí depositado.
Permanecendo este desocupado, após prolongada discussão sobre sua propriedade, conseguiu a municipalidade demoli-lo em outubro de 1882.